Juliana Nogueira

                   
          O aluno deve ser responsável por organizar o próprio estudo.   
      O aprendizado fica mais fácil quando você se habitua ao estudo, criando uma ROTINA.    
     Assim, gostaríamos que você ficasse atento a algumas dicas preciosas:

Em Sala de Aula:

  • Assistir à aula não quer dizer somente estar de corpo presente em sala. Uma parte significativa do dia passamos dentro de uma sala de aula. Deve-se aprender a aproveitar este tempo, prestando atenção e tirando dúvidas.
  • Não deixe dúvidas, que surjam durante uma aula, para serem resolvidas depois. Perguntas geralmente ajudam o andamento da aula, auxiliam o professor e muitas vezes uma dúvida que se tenha será comum a outros colegas. Tenha em mente que o bom andamento de uma disciplina é responsabilidade do professor e dos alunos.
  • Acompanhar as aulas implica ter em dia o assunto das aulas anteriores. Procure disciplinar-se neste sentido, pois será difícil recuperar uma aula não compreendida.
 Em casa:

  • Planeje o trabalho a ser cumprido nas horas reservadas para estudo durante a semana;
  • Tenha um horário diário para os estudos;
  • Se possível,organize um ambiente adequado: tranqüilo, arejado e com boa iluminação.
  • Evite interrupções: reúna sobre a mesa todos os seus materiais necessários. Busque  sempre concentração.
  • Leia com atenção as atividades propostas; resolva uma de cada vez.
  • Se preciso for, peça ajuda a um amigo que tenha entendido melhor o assunto do que você.


 A leitura de bons livros também ajuda muito. Dê uma passadinha na nossa Sala de Leitura;
  lá você vai encontrar vários títulos interessantes.

     Agindo assim,você se surpreenderá com os resultados e ainda vai observar que sobrará muito mais tempo para todas aquelas outras atividades que você adora, tais como: uma partidinha de futebol , aquele "voleizinho básico", um bate papo descontraído com os amigos, um bom filme na TV e outras.
      

"A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo."
Nelson Mandela


BONS ESTUDOS!
Patricia Nogueira-Coordenadora Pedagógica

Unknown

Aluno sofre bullying na escola e pensa até em suicidar-se. Mas aluna que pratica bullying percebe a besteira que fez e procura reconciliação.

Vídeo realizado por alunos da turma 1901, como parte de uma pesquisa que eles realizam sobre o tema Bullying, e dirigido e editado pelo Prof. Rafael Procopio. Por ser o primeiro filme de ficção filmado na escola, o resultado ficou ESPETACULAR. Todos os alunos envolvidos estão de parabéns por se mostrarem tão entusiasmados com as gravações e por ter tão boas ideias!

Ficha Técnica:

Atriz que "banda" - Victória Sanches
Ator "bandado" - André Narciso
Atriz que ri 1 - Ana Beatriz
Atriz que ri 2 - Caroline Neves
Atriz que ri 3 - Letícia Stephanny

Uma vez mais, parabéns a todos vocês! Assim nós vamos longe!
Alexandra Ferreira

Isaac Newton

Newton acreditava na teoria corpuscular da luz tendo grandes desavenças com Huygens que acreditava na teoria ondulatória. Posteriormente, provou-se que a teoria de Newton não explicava satisfatoriamente o fenômeno da cor. Mas sua teoria foi mais aceita devido ao seu grande reconhecimento pela gravitação. Apesar disso, Newton fez importantes experimentos sobre a decomposição da luz com prismas e acreditou que as cores eram devidas ao tamanho da partícula de luz.



O físico, inglês, Isaac Newton (1642-1727) realizou vários experimentos ao longo dos anos e revolucionou os conhecimentos sobre a luz. Em 1666, na feira de Woolsthorpe, comprou um prisma de vidro (vidro triangular – um peso de papel) e observou em seu quarto, como um raio de sol da janela se decompunha ao atravessar o prisma, sua atenção foi atraída pelas cores do espectro, onde um papel no caminho da luz que emergia do prisma aparecia às sete cores do espectro, em raios sucessivos: vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul anil e o violeta. Desta maneira ele produziu seu pequeno arco-íris artificial. Rocha (2002, p. 219), relembra que Newton em seu livro Philosophical Transactions (1672), por meio de uma carta ao Editor de Cambridge para ser comunicada à R. Society, concluiu sua teoria comunicando:

"Para cumprir minha promessa anterior, devo sem mais cerimônias adicionais informar-lhe que no começo do ano de 1666 (época que me dedicava a polir vidros óptico de formas diferente da esférica), obtive um prisma de vidro retangular para tentar observar com ele o celebre fenômeno das cores. Para este fim, tendo escurecido meu quarto e feito um pequeno buraco na minha janela para deixar passar uma quantidade conveniente de luz do Sol, coloquei o meu prisma em uma entrada para que ela [a luz] pudesse ser assim refratada para a parede oposta. Isso era inicialmente um divertimento muito prazeroso: ver todas as cores vividas e intensamente assim produzidas, mas depois de um tempo dedicando-me a considerá-las mais seriamente, fiquei surpreso por vê-las..."



Notamos que a luz se propaga em forma de variações transversais e atravessam com menor ou maior facilidade, todas as substancias chamadas transparentes. Para Neto (1980), luz é a designação que recebe a radiação eletromagnética que ao penetrar no olho humano, acarreta uma sensação de claridade sendo ela responsável pelo transporte de todas as informações visuais que recebemos. Explica Rocha (2002, p. 221) que para Newton a luz é composta por corpos luminosos, que chega até aos olhos do observador e produz a sensação de luminosidade, como a emissão, por parte de pequenas partículas e diz:

"Disso, portanto vem que a brancura é a cor usual da luz, pois a luz é um agregado confuso de raios dotados de todos os tipos de cores, como elas [as cores] são promiscuamente lançadas dos corpos luminosos."

Com essa teoria chamada Teoria corpuscular da escuridão, ele não inventou o telescópio refletor – que causa aberrações cromáticas, emprega um espelho côncavo, que reflete a luz. Certamente já vimos isso acontecer: por um pedaço de vidro, um aquário ou algo de gênero que produz faixas coloridas, como um CD qualquer, verá os reflexos produzidos que variam uma gama de cores vivas. As gotas de chuva tem o mesmo efeito, na fronteira do ar com a água, a luz é refratada e os diferentes comprimentos de onde que formam a luz do Sol são inclinados em diferentes ângulos, como no prisma de Newton, no interior das gotas passam, as cores desdobram, ate atingirem a parede côncava do outro lado e assim são refletidas de volta e para baixo, saindo da gota de chuva. A cor, portanto, pode ser considerada uma sensação ou efeito fisiológico que produz cada um destes elementos dispersos que constituem a luz branca.


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Alexandra Ferreira

Obras de Kandinsky

A cor é um importante elemento da pintura. Artistas como Kandinsky, por exemplo, encontraram nas cores o caminho para expressar sua arte. Ao longo da História, artistas, filósofos, pesquisadores, estudiosos, físicos, entre outros, estudaram os fenômenos da cor. Vejamos:

Aristóteles

A mais antiga teoria sobre cores que se tem notícia é de autoria do filósofo grego Aristóteles. Aristóteles concluiu que as cores eram uma propriedade dos objetos. Assim como peso, material, textura, eles tinham cores. E, pautado pela mágica dos números, disse que eram em número de seis, o vermelho, o verde, azul, amarelo, branco e preto.


Idade média

O estudo de cores sempre foi influenciado por aspectos psicológicos e culturais. O poeta medieval Plínio certa vez teorizou que as três cores básicas seriam o vermelho vivo, o ametista e uma outra que chamou de conchífera. O amarelo foi excluído desta lista por estar associado a mulheres, pois era usado no véu nupcial.

Renascença

A natureza das cores foi estudada pelos artistas.


Leon Battista Alberti

Leon Battista Alberti, um discípulo de Brunelleschi diria que seriam quatro as mais importantes, o vermelho, verde azul e o cinza - as cores em número de quatro estão relacionadas aos quatro elementos (Fogo-vermelho; Ar-Azul; Água-verde; Terra-Cinza (como escreve em sua obra "De Pictura") . Essa visão reflete os seus gostos na tela. Alberti é contemporâneo de Leonardo da Vinci, e teve influência sobre ele.


Leonardo da Vinci

Leonardo da Vinci reuniu anotações para dois livros distintos e seus escritos foram posteriormente reunidos em um só livro intitulado Tratado da Pintura e da Paisagem. Ele se oporia a Aristóteles ao afirmar que a cor não era uma propriedade dos objetos, mas da luz. Havia uma concordância ao afirmar que todas as outras cores poderiam se formar a partir do vermelho, verde, azul e amarelo. Afirma ainda que o branco e o preto não são cores mas extremos da luz. Da Vinci foi o primeiro a observar que a sombra pode ser colorida, pesquisar a visão estereoscópica e mesmo tentou construir um fotômetro.


Obras de Leonardo da Vinci

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Unknown
E aí, alguém disposto a me ajudar a resolver esse problema? Estou encucado com ele...



Quem descobrir a resposta para este enigma, envie como comentário! Estou esperando as respostas de vocês!

Abraços do Prof. Rafael.
Unknown
É com muito orgulho que venho aqui postar a primeira produção de vídeo do Projeto Cine Clube da E. M. Rosa da Fonseca. É um breve filminho de como se comportar numa sala de cinema, feito com todo carinho por alguns alunos da 1901 e 1701. A Prof. Patricia deu uma ideia de fazermos um filme no estilo antigo e os nossos alunos foram dando ideias, até que chegamos ao vídeo final. Ficou muito bom! Confiram!






Foi muito divertido gravar, todos adoraram. Passamos uma tarde inteira filmando esta vinheta e também a introdução para um breve documentário sobre a nossa escola.

Participaram da vinheta, em ordem alfabética:

Ana Beatriz (1901)
André Anderson (1901)
Caroline Neves (1901)
Estevam Amazonas (1701)
Letícia Stephanny (1901)
Victória Saches (1901)



Em breve divulgaremos um concurso de roteiros, para que possamos produzir alguns filmes curtos, de cerca de 5 a 10 minutos. Estes filmes serão exibidos na nossa escola, disponibilizados no YouTube (com acesso mundial) e provavelmente será passado em outras escolas e, dependendo da qualidade dos nossos filmes, divulgados em festivais de curta-metragens.

Aguardem por maiores informações na semana que vem!

Abraços do Prof. Rafael.
Unknown
Olá, galera da E. M. Rosa da Fonseca.

Venho aqui compartilhar com vocês um filme bem curtinho, de 2 minutos, que eu e outros professores, que participam do curso de capacitação do Projeto Cine Clube, fizemos. Apesar de ter sido idealizado e gravado em apenas 1h, o resultado final ficou assustadoramente bom. Espero que vocês gostem!

Sinopse: "Homem lê livro e transporta-se para dentro da estória, onde é assassinado por si próprio. Ele morre também na vida real."




Abraços do Prof. Rafael.
Juliana Nogueira


"Conversando Sobre o Bullying"
por Caroline Neves-Monitora da Sala de Leitura

O diferente também pode ser lindo


Olá, pessoal meu nome é Caroline Neves sou da turma 1901, e também sou Monitora da Sala de Leitura, estou escrevendo para falar sobre minha experiência em uma última pesquisa que fiz sobre Bullying para um projeto que os Monitores estão fazendo.

Fiquei muito contente com tudo que entendi e absorvi do tema Bullying.

Durante este período, algumas coisas me deixaram realmente triste, pois vi a gravidade deste assunto, e como ele tem atingindo as pessoas cada vez mais. Ao ver tudo aquilo, me senti totalmente impotente e cheguei a pensar que era uma besteira ter todo aquele trabalho se não adiantaria em nada, pois ninguém iria parar com a agressão só porque um “grupinho” de adolescentes resolveu fazer um trabalho na escola.Continuei só por causa da professora Patrícia, mas depois entendi que tudo começa com pequenas atitudes e que nós realmente não vamos acabar com o Bullying de uma só vez, mas vamos fazer nossa parte e tentar passar a mensagem ao menos para as pessoas mais próximas, e se possível ganhar mais espaço através da Internet, pelo nosso blog.

Bem, por fim deixo meu depoimento com a esperança de que tenham entendido minhas ideias e gostado.

Beijos e até mais,

Caroline Neves-Monitora da Sala de Leitura
Prof. André
Caros amigos, segue mais um vídeo interessantíssimo, desta vez sobre técnica do toque no voleibol. O áudio e legendas estão em chinês (rsrs), mas o que vale são as imagens, bem montadas e com a técnica correta. Enjoy!!! (Curtam!!!)

Ana

Pra quem acha que cordel é coisa do passado, é bom saber que ele está vivinho da Silva e, para nossa sorte, não só no nordeste como em todo Brasil os cordelistas continuam criando suas histórias. Pra quem mora no Rio de Janeiro, uma boa forma de conhecer esse trabalho é visitar a Feira de São Cristovão. Outros exemplos de como o cordel estabelece um rico dialogo com nossa cultura nos dias de hoje são o trabalho de uma banda do circuito independente de música “O cordel do Fogo Encantado” e a novela “Cordel encantado”, em exibição na TV Globo.

Cena da novela "Cordel Encantado"

Anovela utiliza diversos elementos do cordel para criar um ambiente “encantado”, na qual a história narrada no sertão nordestino se constrói com constantes referências ao mundo da fantasia, criando de forma imaginária relações entre uma história do Brasil e o universo medieval, em personagens que misturam elementos vindos tanto de cangaceiros como de cavaleiros medievais. Há também uma ênfase na fala e no jeito de falar, marcada pelo ritmo e pela rima. Os cenários colaboram para conectar nossa imaginação com os campos da fantasia, onde se desenvolve o enredo.

Apesar de ter declarado seu fim no ano passado, a banda “Cordel do Fogo Encantado” foi responsável por um trabalho muito interessante por meio do dialogo entre música, arte cênica e cultura popular. Nascida no interior do sertão nordestino, na cidade de Arcoverde, a banda viajou por todo Brasil, durante seus mais de 10 anos de existência, levando sua alegria, mas também muita critica social, denunciando a precariedade da vida do nordestino que muitas vezes precisa deixar sua terra natal em busca de uma vida melhor, como mostra a música a seguir:

A relação com o cordel não está só no nome da banda, mas sim em toda uma forma de expressão que busca uma proximidade com a oralidade (fala) e os símbolos de identificação da cultura popular. O Clipe acima, por exemplo, traz esses elementos através da forte presença da religiosidade.

Note que o artista começa falando sobre um problema freqüente na região nordeste, as longas secas e o sofrimento da populaçãosertaneja que depende da chuva para o desenvolvimento das plantações e o sustento das famílias. Em “Meu povo não vá simbora pela Itapemirim”, os compositores fazem referencia à empresa de ônibus que realiza o transporte dos nordestinos para o sudeste brasileiro e completa: “pois mesmo perto do fim, nosso sertão tem melhora”, mostrando a esperança que resiste, na tentativa de impedir a migração em massa, apontando para a possibilidade de melhora quando vier a chuva em “O Céu ta calado agora, mas vai dar cada trovão de sacudir torrão de paredão de tapera”. As estrofes finais apontam para as melhoras vindas com a chuva, que chega trazendo mais uma vez a esperança de tempos melhores.Essa temática não é novidade na tradição musical brasileira, pelo contrario, ela vai ao encontro de outras composições famosas como “Asa Branca”, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, que também aborda a questão das secas e da migração.

Asa Branca

(Luiz Gonzaga)

Quando olhei a terra ardendo

Qual fogueira de São João

Eu perguntei a Deus do céu, ai

Por que tamanha judiação

Que braseiro, que fornalha

Nem um pé de plantação

Por falta d'água perdi meu gado

Morreu de sede meu alazão

Até mesmo a asa branca

Bateu asas do sertão

Então eu disse adeus Rosinha

Guarda contigo meu coração

Longe longe muitas léguas

Numa triste solidão

Espero a chuva cair de novo

Para eu voltar pro meu sertão

Quando o verde dos teus olhos

Se espalhar na plantação

Eu te asseguro não chores não, viu

Que eu voltarei, viu

Meu coração

Por mais que a arte, neste caso a música, tenha encontrado um caminho para discutir os problemas do nordeste brasileiro pelo viés da questão natural, como a falta de chuva no sertão, é preciso pensar que ela não é a única responsável pelas mazelas do nordeste. Muito longe disso: uma história de exploração e corrupção marca o descaso por esta região brasileira, longos anos de abandono marcaram as políticas públicas voltadas para os estados do nordeste, sendo responsáveis também, e talvez mais até que as questões propriamente naturais, pela situação degradante da maioria da população, assim como pelas gerações e gerações de migrantes que atravessam o Brasil em busca de dignidade. Muitos, não a encontram.