

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,matematico-russo-recusa-premio-de-us-1-milhao,528487,0.htm
O matemático russo Grigory Perelman recusou um prêmio de US$ 1 milhão oferecido pelo Instituto Clay de Matemática (CMI, na sigla em inglês), de Massachusetts, pela resolução da conjectura de Poincaré, informou a imprensa russa.
| Grigory Perelman |
E aí, você recusaria 1 milhão de dólares depois de ter solucionado o mais difícil problema de Matemática da Humanidade? Eu não recusaria! :)
Abraços do Prof. Rafael.
Legal, né? Abraços do Prof. Rafael.


A arte neste período pode ser inferida a partir dos povos que vivem atualmente ou viveram até recentemente na Pré-História (por exemplo, os aborígenes, os índios). Na Pré-História, a arte não era algo que pudesse ser separado das outras esferas da vida, da religião, economia, política, e essas esferas também não eram separadas entre si, elas formavam um todo em que tudo tinha que ser arte, ter uma estética, porque nada era puramente utilitário, como são hoje um abridor de latas ou uma urna eleitoral. Tudo era ao mesmo tempo mítico, político, econômico e estético.
A arte como uma palavra que designa uma esfera separada de todo o resto só surgiu quando surgiram as castas, classes e Estados, isto é, quando todas aquelas esferas da vida se tornaram especializações de determinadas pessoas: o governante com a política, os camponeses com a economia, os sacerdotes com a religião e os artesãos com a arte. Só aí é que surge a arte "pura", separada do resto da vida, e palavra que a designa.
Mas antes do Renascimento, os artesãos eram muito ligados à economia, muitos eram mercadores e é daí que vem a palavra "artesanato". Então a arte ainda era raramente separada da economia (embora na Grécia Antiga, a arte tenha chegado a ter uma relativa autonomia), por isso, a palavra "arte" era sinônimo de "técnica",ou seja,"produzir alguma coisa" num contexto urbano. No renascimento, alguns artesãos foram sustentados por nobres (os Médici, por exemplo) apenas para produzir arte, uma arte "pura", ou seja, desconectada de outros campos da atividade política, mítica, econômica, entre outras. Aí é que surgiu a arte como a arte que conhecemos hoje.

Lindo, não é mesmo?
Abraços do Prof. Rafael.
| Andrômeda vista em ultravioleta. Foto da NASA |
| Espiral num Retângulo de Ouro, a mesma da galáxia |
Abraços do Prof. Rafael Helicóptero.
Strelczenia, 2001, apud Debray (1986, p. 60) assinala que a imagem nasce da morte, como negação do nada e para prolongar a vida, de tal forma que entre o representado e sua representação haja uma transferência de alma. A imagem não é uma simples metáfora do desaparecido, mas sim "uma metonímia real, um prolongamento sublimado, mas ainda físico de sua carne".
Para algumas pessoas, fotografar é um prazer, é estar figurando ou imitando algo que existe e com o qual se deseja ou necessita prolongar o contato e a proximidade, é o desejo de que o vínculo estabelecido entre o sujeito e o objeto do seu desejo persista.
A fotografia traz à tona as memórias do passado e nos apresenta a quem somos. A consciência do real e a essência de identidade individual dependem da memória. Talvez por isso confiemos à fotografia as nossas lembranças. A memória aproxima o passado do presente e ajuda a decifrar o futuro. A fotografia põe em evidência um momento. Ao apreciar uma fotografia é importante valorizar o espaço de tempo entre o momento em que o objeto foi capturado e o presente em que se contempla a imagem, porém a ocasião fotografada é capaz de conter o antes e depois. Isso é mágico e fascina a psique humana!
Segundo Strelczenia (2001), "A memória se premia recordando, fazendo memorável; se castiga com o esquecimento ". Fotografamos para recordar. Rasgamos as fotos para esquecer.





