Alexandra Ferreira
Olá, queridos e talentosos alunos!

Vamos observar as duas imagens abaixo:


A primeira imagem é uma digitalização de uma fotografia. Já a segunda imagem é a digitalização de um desenho com grafite produzido através da observação da fotografia. Como vocês podem perceber, a reprodução da paisagem não é fiel. Entretanto, no que diz respeito ao objeto principal da fotografia, ou seja, a igreja, procurou-se manter o máximo de fidelidade possível.

Produzir um desenho através da observação de um modelo foi a nossa proposta de trabalho para a Mostra de Talentos, não é mesmo? Fotografias das igrejas barrocas mineiras nos serviram de modelos para a nossa observação, não é? Então, para reforçar tudo que já conversamos e estamos desenvolvendo em sala de aula (postagem apresentada dia 22/08/2011) vamos assistir aos vídeos abaixo:

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Alexandra Ferreira
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Alexandra Ferreira

Bom, agora, depois deste reforço, estamos prontos para finalizarmos os nossos desenhos de observação.

Vamos ao trabalho, queridos!
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Alexandra Ferreira

Assim como o Victor Laya, após ver a postagem do dia 30 de junho de 2011, a Ana Beatriz me procurou e pediu para apresentar alguns dos seus desenhos. A Ana é aluna da turma 1081. Ela é motivo de orgulho para nossa escola. Os seus desenhos são coloridos e seu traço é firme.


Parabéns, Ana! Você é muito talentosa!!!
Eu tenho muito orgulho de ser sua professora e um enorme prazer de conviver com você.
Juliana Nogueira
 


Antologia da Poesia

Negra

Brasileira.

O negro em versos 



  E.M. Rosa da Fonseca sugere a você ,esta belíssima obra de
poesia brasileira feita pelo negro e para o negro.


"O que difere radicalmente os poetas desta antologia daqueles Poemas Negros, de Jorge de Lima, Raul Bopp ou Gilberto Freire é que eles procuram, com um certo ponto de vista, tomar para si a causa da diferença e a diversidade, aguçadas pelo sentimento de expressar as próprias metáforas.
O que realmente significa ser um poeta negro?
Falando do negro como a si mesmo, perguntariam alguns perplexos portadores da mesma inconsciência nacional. Essa espé­cie de Negromania sem a conotação prosaica do termo é uma espécie de ser negro, de falar de seus desejos, das suas dores, de seus deuses e mitos, essa forma de transcender as pedras dos caminhos, um coração ancestral que bate forte em cada homem negro estigmatizado pelo preconceito e pela indiferença.
Esta antologia pode parecer uma apologia ao apartaide cultu­ral? Não, senhores, esses poemas e versos, em verdade, procu­ram o mesmo sentimento de beleza, e também e mais profunda­mente a razão política e consciente de gritar bem alto os nossos desejos, a nossa auto-estima, o nosso desconhecimento. A nossa ausência.
Esta antologia celebra aqui e agora com esses nossos poetas a volta aos anos sessenta, quando o mundo viu diante de si o talento da poesia negra manifestada pelo movimento da “Negritu­de”, falando com as novas vozes de Leopold Senghor, Aimé Cesaire e Leon Damas.
Assim, esta antologia não deixa de ser um alento para este momento de descobertas e de introduzir no cotidiano as vozes negras da nossa poesia."
Emanoel Araújo
Diretor do Museu Afro Brasil


Sugestão feita pela Professora Liliane de Geografia





















“Antologia da Poesia Negra Brasileira – o

negro em versos”.Lançado pela Editora

Moderna/Salamandra organizado por

Luiz Carlosdos Santos, Maria Galas e

Ulisses Tavares.
Ana



Para pagar uma dívida histórica com a população negra brasileira, depois de séculos de escravidão, de violência e exploração, nos últimos anos vem se discutindo vários projetos de políticas afirmativas com objetivos de diminuir as desigualdades sociais. Como exemplo disso, temos os sistemas de cotas para negros nas universidades públicas, que é a reserva de vagas para garantir uma porcentagem mínima de estudantes negros no ensino superior.


O que você acha disso?


Os alunos das turmas 1902, 1903 e 1904 vem debatendo sobre esse assunto há algumas semanas. nas aulas de história, leia algumas opiniões a seguir e, se você ainda não tem opinião formada à respeito, pesquise mais sobre este tema e fique ligado no que se fala sobre as cotas por aí: é muito importante que elas sejam discutidas por toda sociedade.


Nas universidades públicas do Brasil a maioria dos estudantes são brancos, mais depois que o governo viu isso, foi criado o sistema de cotas para as universidades para que os negros tenham direito a 20% das vagas nas universidades públicas. Assim que essa lei foi criada, será mais fácil fazer do Brasil um país sem preconceito, pois os negros também têm os seus direitos nas universidades públicas brasileiras”.

(Lucas dos Reis, turma 1904)


“Sistema de cotas é o sistema que determina certa quantidade de vagas para os indivíduos nas cores negras e pardas nas universidades.

Eu acredito que todo tipo de sistema de cotas serve para diminuir a desigualdade enfrentada pelos cotistas (Racial, Social... etc.), fato que infelizmente é real. A desigualdade existe! Mais o que acredito mesmo é que se houvesse educação de qualidades para todos, sem distinção de raça ou poder aquisitivo, o sistema de cotas não seria necessário! Pois ele faz parecer, às vezes, que os cotistas são incapazes de concorrer com outros por problemas intelectuais, o que não é verdade!!

De um lado as cota podem aumentar o preconceito, pois todos deveriam ter direitos, e não deveria ter as cotas. Mas enquanto não houver igualdades no ensino e vagas nas faculdades para todos, o sistema de cotas é uma forma de garantir o aceso aqueles que sofrem com o preconceito e a má qualidade de educação brasileira”.

Bianca carvalho (turma 1904)


A questão da desigualdade social não pode ser resolvida pela instituição de cota nas universidades, esse problema está na sociedade e na falta de uma boa educação nas escolas públicas, o que é responsabilidade do governo.

Eu acho esse sistema super preconceituoso, pois não avalia a capacidade do aluno e sim a cor da pele da pessoa. O sistema deve ser feito com uma prova para avaliar a capacidade do aluno e não pela sua pele ser negra.

O sistema de cota não resolve o problema da desigualdade social. Pois, mesmo com as cotas, não é garantido que o jovem termine o curso: como pode um jovem da classe média baixa ou pobre, que precisa trabalhar, estudar numa universidade pública em que o curso por ele escolhido é diurno?

Nas universidades públicas, os cursos mais procurados são diurnos, alguns com dois turnos. Assim, quem precisa trabalhar, não pode fazê-los”.

(Yanca Catunda Morais, turma 1904)
Alexandra Ferreira
O culto dos orixás remonta de muitos séculos, talvez sendo um dos mais antigos cultos religiosos de toda história da humanidade. O objetivo principal deste culto é o equilíbrio entre o ser humano e a divindade aí chamada de orixá. A religião de orixá tem por base ensinamentos que são passados de geração a geração de forma oral. Os mitos são muito importantes no culto dos orixás, pois é através deles que encontramos explicações plausíveis para determinados ritos. Sem estas estórias, lendas ou ìtan seria difícil ter respostas a sérios enigmas, como o envolvimento entre a vida do ser humano e do próprio orixá.

"Antigamente, os orixás eram homens.

Homens que se tornaram orixás por causa de seus poderes.

Homens que se tornaram orixás por causa de sua sabedoria.

Eles eram respeitados por causa de sua força,

Eles eram venerados por causa de suas virtudes.

Nós adoramos sua memória e os altos feitos que realizaram.

Foi assim que estes homens tornaram-se orixás.

Os homens eram numerosos sobre a Terra.

Antigamente, como hoje,

Muitos deles não eram valentes nem sábios.

A memória destes não se perpetuou

Eles foram completamente esquecidos;

Não se tornaram orixás.

Em cada vila, um culto se estabeleceu

Sobre a lembrança de um ancestral de prestígio

E lendas foram transmitidas de geração em geração para

render-lhes homenagem".

Pierre Verger










Juliana Nogueira
Escola Municipal Rosa da fonseca

Projeto Roda de Leitura em sala de aula

“Descobrindo o príncipe e a princesa que há em você”

Projeto desenvolvido com o 6º ano - turma 1602

Professora de Geografia

Lucia Almeida


 
   Através da leitura do livro,pretendemos promover uma viajem cultural entre Planetas, países,e sociedade; discutindo valores,interferências ambientais e sociais no cotidiano escolar e fora dele.
O Pequeno príncipe fala sobre seus país e tenta protegê-lo de ervas daninhas; procura um amigo que tenha valores pouco estimulados e reconhecidos pela sociedade em geral.
 Nós, “pequenos príncipes e princesas” também precisamos defender nosso planeta , nosso país, nosso estado e também nossa escola de ervas daninhas como: a poluição, a depredação, o bullying, a violência e tantas outras coisas que avassalam nosso cotidiano, fazendo-nos esquecer que dentro de nós existem verdadeiros príncipes e princesas que só querem ser felizes para ter “um milhão de amigos , e bem mais forte poder cantar” .
  Precisamos preservar , dividindo e somando as diferenças que nos completam e que devem ser instrumento de integração e não de exclusão.
    Alguns alunos mais motivados a leitura, leram o livro em casa e ajudaram na organização das rodas feitas em sala para que todos tivessem acesso ao 
conteúdo do livro.Após cada roda  de leitura, seguiu-se debates do texto lido.

           
                                                                    


 "Fiquei tão ansiosa e empolgada com a história do pequeno Príncipe, que comprei um    livro para mim."                        
                                                         Patricia Pereira-T.1602
  












Alexandra Ferreira

Aleijadinho (Antônio Francisco Lisboa) nasceu em Vila Rica no ano de 1730 (não há registros oficiais sobre esta data).Era filho de uma escrava com um mestre-de-obras português. Iniciou sua vida artística ainda na infância, observando o trabalho de seu pai que também era entalhador.

Por volta de 40 anos de idade, começou a desenvolver uma doença e aos poucos, foi perdendo os movimentos dos pés e mãos. Pedia a um ajudante para amarrar as ferramentas em seus punhos para poder esculpir e entalhar. Demonstra um esforço fora do comum para continuar com sua arte. Mesmo com todas as limitações, continua trabalhando na construção de igrejas e altares nas cidades de Minas Gerais.

Na fase anterior a doença, suas obras são marcadas pelo equilíbrio, harmonia e serenidade. São desta época a Igreja São Francisco de Assis, Igreja Nossa Senhora das Mercês e Perdões, em Ouro Preto.

Já com a doença, Aleijadinho começa a dar um tom mais expressionista às suas obras. É deste período o conjunto de esculturas Os Passos da Paixão e Os Doze Profetas, da Igreja de Bom Jesus de Matosinhos, na cidade de Congonhas do Campo. O trabalho artístico formado por 66 imagens religiosas esculpidas em madeira e 12 feitas de pedra-sabão, é considerado um dos mais importantes e representativos do barroco brasileiro.

A obra de Aleijadinho

A obra de Aleijadinho mistura diversos estilos do barroco. Em suas esculturas estão presentes características do rococó e dos estilos clássico e gótico. Utilizou como material de suas obras de arte, principalmente a pedra-sabão, matéria-prima brasileira. A madeira também foi utilizada pelo artista.

Morreu em Ouro Preto no ano de 1814 (ano provável). O conjunto de sua obra foi reconhecido como importante muitos anos depois de sua morte. Atualmente, Aleijadinho é considerado o mais importante artista plástico do barroco mineiro.

Fonte: http://www.suapesquisa.com/aleijadinho/

Inspirados por obras de Aleijadinho e pelo Barroco Mineiro, os alunos das turmas 1801 e 1803 já começaram a produzir para a Mostra de Talentos.

A proposta de trabalho foi: desenho de observação com grafite; material utilizado pelos alunos: folha branca e lápis grafite HB, 2B, 3B, 4B, 5B e 6B.


Bom trabalho, meus queridos artistas!

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Juliana Nogueira
                                                                                          
                       

 A obrigatoriedade do estudo da história e cultura afro-brasileira e africana no currículo escolar da educação básica, contribui para a discussão deste tema, possibilitando a ruptura do modelo eurocêntrico no ensino e a construção de uma educação multicultural na escola brasileira.
Conheçam um pouco sobre a lei :



Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o O art. 26-A da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
§ 1o O conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil.
§ 2o Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras.” (NR)

Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 10 de março de 2008; 187o da Independência e 120o da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Fernando Haddad

      A principal razão para o estudo da história Africana é que sem ela se torna impossível bem conhecer a história do Brasil.
     Estamos indicando alguns livros para o embasamento do trabalho dos professores e também alguns para que os alunos possam pesquisar.
    

PARA PROFESSORES:



Livro - Memórias D'África - a Temática Africana em Sala de Aula           




                                                     




PARA ALUNOS:









                              




                 


 TODOS ESSES TÍTULOS ESTÃO DISPONÍVEIS EM NOSSA SALA DE LEITURA.

AGUARDAMOS VOCÊS POR LÁ!
Alexandra Ferreira
Oi!

Feedback para postagem do dia 01/06/2011.

Na data citada acima, fiz uma proposta de trabalho para os alunos das turmas 1601, 1603, 1604 e 1605 da Rosa da Fonseca. Pois bem, não só os alunos destas turmas, mas também das turmas 1801 e 1803 compraram a ideia e hoje venho apresentar os resultados na exposição "arte da cura", que foi inaugurada no dia 06/08/2011.

Com a inspiração de Romero Britto, os alunos trabalharam bastante e conseguiram produzir trabalhos de qualidade. Estes trabalhos ficarão expostos na Escola Municipal Rosa da Fonseca até a próxima sexta-feira, dia 19/08/2011, e posteriormente, na Mostra de Talentos.






Parabéns, aos artistas da Rosa!
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Prof. André
Para todos nós que nunca tivemos oportunidade de vislumbrar o verdadeiro futebol-arte, recomendo que vejam os jogos das finais das copas do mundo de 1958 e 1962, nas quais o Brasil foi bicampeão mundial de futebol. A narração, infelizmente, não é em português, mas felizmente, não é do Galvão Bueno. Portanto, curtam!

Basta clicar no link a seguir:
Prof. André
O aluno Gabriel, da turma 1904, conquistou o segundo lugar dentro de sua categoria e a professora Carla Reis, conquistou o quarto lugar na colocação geral e segundo lugar em sua categoria na corrida rústica. O professor Deives também participou da corrida rústica.
Parabéns aos atletas.
Amanhã a escola irá participar dos Jogos na modalidade futsal.
Rafael Procopio
Nesta produção audiovisual da nossa escola, Leticia Stephanny, da turma 1901, conta uma história tragicômica sobre um menino que chuta uma pedra em vez de uma bola, enquanto outro menino cabeceia tal pedra. Confiram!

Prof. André
Aula de meu professor da faculdade e atual comentarista do Sportv, professor Byra Bello... observem o movimento correto das mãos e do corpo. Abraços.

Prof. André
Muito bom este vídeo, que ensina a como executar passes corretamente.

Prof. André
Como o basquetebol foi criado? Onde e quem criou?
Este excelente vídeo esclarece de forma bastante clara sobre a criação do basquetebol! Curtam...

Prof. André
Um bom exemplo de como jogar basquete em nível escolar... observem a movimentação de troca de passes, retorno à defesa e ataque. O basquete é um jogo coletivo...

Alexandra Ferreira
Olá!

Que maravilha! Os bons frutos da postagem do dia 30 de junho de 2011 começam a aparecer e a Rosa da Fonseca começa a mostrar seus talentos.

O Victor Laya é aluno da turma 1801. Neste vídeo, gravado pela professora Alexandra Ferreira e editado pelo professor Rafael Procópio, o Victor nos apresenta seu talento para a música.

Parabéns, Victor! Parabéns, aos pais do Victor pela Educação que oferecem ao seu filho!




Juliana Nogueira
Foi realizada no sábado dia 06 de agosto, nossa 3ª Reunião de responsáveis do ano de 2011.


     A família e a escola formam uma equipe.Esse foi o nosso foco na reunião.


    
     É fundamental que ambas sigam os mesmos princípios e critérios, bem como a mesma direção em relação aos objetivos que desejam atingir, porém é importante ressaltar que cada uma dessas instituições tem sua responsabilidade e que elas são diferenciadas e insubstituíveis.Assim, mesmo tendo objetivos em comum, cada uma deve fazer sua parte com qualidade,para que se atinja o caminho do sucesso, que visa conduzir crianças e jovens a um futuro melhor. 

     O acompanhamento das atividades escolares dos filhos pelos pais é um instrumento fundamental na parceria Escola-família.
     Alguns momentos de nossa reunião:   



Responsáveis

Alunos Darlan e Suany

Mandalas - Profª Carmem Júlia

Releituras de Romero Brito -Profª Alexandra

Coral-Patricia,Ana,Gabrielly,André,Auria e Adilson
Destaques do 2ºBimestre


     Buscamos em nossas reuniões, conscientizar as famílias no sentido de que os pais, mais do que qualquer outra pessoa, precisam saber como é o cotidiano de seu filho na escola, como age, sua frequência, atitudes,etc., e assim formarmos a verdadeira parceria de que tanto falamos.
Nosso encontro teve como tema "As Artes Visuais" e a comunidade foi premiada com uma belíssima exposição de trabalhos dirigidos pelas professoras Alexandra e Carmem Júlia.
     A pauta da reunião incluiu a divulgação do Projeto "Sou pai , sou aluno" do EJA, uma palestra sobre o Regimento interno da Escolas do Município do RJ com a professora Lúcia Almeida,apresentação do Coral de Alunos , leitura de um texto com alunos do 9º ano, além dos informes gerais e divulgação das notas .


"A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo."
Nelson Mandela




Parabéns comunidade da E. M. Rosa da Fonseca!