Profª Angélica Fontes
05 de junho: DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

Pessoas queridas!

Olha nós aqui outra vez!
Bem, no dia 05 de junho comemora-se o Dia Mundial do Meio Ambiente. Muito tem se falado sobre preservação, extinção de espécies, recuperação de áreas degradadas... Entretanto, o que efetivamente sabemos sobre meio ambiente? O que temos feito a fim de viver em um mundo melhor e também deixá-lo habitável para nossos filhos e netos? É este tipo de reflexão queremos provocar em toda a comunidade escolar. É isto que as turmas irão mostrar com seus trabalhos. Assim, na semana de 7 a 11 de junho os alunos das turmas 1602, 1604, 1701, 1703, 1704 e 1705 estarão expondo o resultado do que vem desenvolvendo neste momento com seus professores. Fiquem ligados, pois esta semana promete. Ficou curioso? Ótimo. Porque tenho certeza que nossos trabalhos irão dar o que falar. Contamos com sua presença e também sua participação. Até lá!

Enquanto isso, dentro da nossa linha SAVE THE PLANET, curtam a música do Jack Johnson "The 3 R's"

"The 3 R's"



Agora, a tradução da letra:

"Os 3 R's"

Três é um número mágico
Sim, é um número mágico
Porque duas vezes três são seis
E três vezes seis são dezoito
E a 18º letra do alfabeto é R
Nós temos três R's sobre os quais vamos falar hoje
Temos que aprender a
Reduzir, reutilizar, reciclar
Reduzir, reutilizar, reciclar
Reduzir, reutilizar, reciclar
Reduzir, reutilizar, reciclar
Se você vai ao mercado comprar suco
Tem que levar suas próprias sacolas e aprender a reduzir o lixo
E se seu irmão ou sua irmã tem roupas legais
Você pode experiementá-las antes de comprar mais roupas
Reutiloize, nós temos que aprender a reutilizar
E se os dois primeiros R's não funcionarem
E se você tem que produzir lixo
Não jogue fora
Recicle, nós temos que aprender a reciclar
Nós temos que aprender a
Reduzir, reutilizar, reciclar
Reduzir, reutilizar, reciclar
Reduzir, reutilizar, reciclar
Reduzir, reutilizar, reciclar
Porque 3 é um número mágico
Sim, é um número mágico
3, 3, 3
3. 6, 9, 12, 15, 18, 21, 24, 27, 30, 33, 36
33, 30, 27, 24, 21, 18, 15, 12, 9, 6 e
3 é um número mágico



Alexandra Ferreira

Olá, queridos e curiosos alunos.

Vamos nos divertir enquanto aprendemos? Participe do QUIZ DE HISTÓRIA DA ARTE. Você pode pesquisar na web ou no seu conteúdo de História da Arte antes de responder.


1 – A pintura rupestre abaixo, encontra-se em que lugar do Brasil?


2 – Qual o nome do material de origem vegetal que os egípcios utilizavam como base para pintura e escrita?


3 – Quais os nomes das três pirâmides do Complexo de Gizé?


4 – Para que os egípcios construíam pirâmides?


5 – Que nome recebe o tipo de cerâmica Greco-Romana apresentada abaixo?


6 – Qual o nome da técnica de arte também conhecida como arte musiva e amplamente utilizada em igrejas no Império Bizantino, que consiste de uma montagem de pequenos fragmentos de materiais como pedras, azulejos de várias cores, pastilhas de vidro – os mais usados -, conchas, papéis, botões, plásticos, couros, grãos de alimentos e outros mais, denominados tesselas, sobre planos anteriormente dispostos para este fim, resultando em desenhos dos mais variados.

Boa sorte queridos!

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Rafael Procopio
Mais um exemplo de como a Matemática é simples e está em todos os lugares, ao nosso alcance.




Abraços do Prof Rafael.
Rafael Procopio
Aos alunos do 8º ano, uma breve introdução ao estudo do círculo e do número pi. Divirtam-se!







Abraços do Prof. Rafael.
elpidioveras
Virologia atualizada
Autor:Elpidio Targine Veras
Orientadores: Profa. Mª Isabel M. Liberto
Prof.Maulori C. Cabral
Introdução
Este trabalho tem como objetivo esclarecer aos professores e alunos do ensino fundamental e médio sobre os conceitos estudados em Virologia, que se encontram apresentados de forma imprecisa na grande maioria do material impresso disponível no mercado.
A semântica usada em Virologia encontra-se imprecisa, pois esta área do conhecimento está atrelada aos parâmetros da Microbiologia, sem atentar para os conceitos de Biologia Celular e, ainda, sem considerar as diferenças fundamentais entre vírus e micróbios. O que gerou a denominação Vírus (veneno ou toxina), foi a demonstração por Ivanowski em 1892 de que filtros que retinham bactérias eram incapazes de os reter, mostrando que são dois “mundos” separados, portanto incomparáveis.
Vírus:
A evolução do conhecimento científico ao longo do último século é incompatível com conceitos estabelecidos no final do século XIX início do XX, mas que ainda são apresentados em muitos livros como se nada houvesse mudado. Os vírus são arranjos moleculares compostos por um tipo de ácido nucléico, DNA ou RNA, envolto por proteínas que se associam formando um capsídeo que além de proteger o ácido nucléico, dá a forma característica à partícula viral. Alguns tipos virais se resumem a estes dois tipos de estruturas, que juntas recebem a denominação de nucleocapsídeo. Outros, ainda apresentam, envolvendo o nucleocapsídeo, um envoltório de natureza lipídica, resultante da membrana da estrutura celular onde foram agregados os componentes das partículas virais, envoltório este denominado envelope, e que tem associadas glicoproteínas.
Portanto os vírus são definidos como arranjos moleculares especializados em transferir ácidos nucléicos para dentro de células e estas, para sintetizar vírus a partir dessa informação genética recebida, precisam ter enzimas que lhes dão a competência bioquímica para atenderem a este processo fisiológico.
Estrutura viral:
Os vírus são formados por um dos tipos de ácido nucléico, podendo ser DNA de fita dupla ou fita simples ou RNA de fita dupla ou fita simples. Nos vírus de genoma RNA, este pode compor o nucleocapsídio viral como uma única fita ou com mais de uma, podendo ainda ser de fita inteira ou segmentada. Experimentos feitos com vírus do mosaico do tabaco comprovaram que as partículas virais são estruturas que montam e desmontam e que o RNA funciona também como elemento de informação genética.
Esta descrição pode dar a falsa impressão de que todos os vírus são parecidos, porém, dentro desta mesma concepção estrutural a forma espacial de cada vírus pode ser extremamente variada como pode ser visto na figura 1.
Na figura 1 encontram-se aspectos representativos de alguns tipos de vírus que infectam vegetais, seres humanos e células procarióticas.

http://mercury.bio.uaf.edu/courses/biol105/Lectures/Section4/4b2a_18-02-ViralStructure-L.jpg
Figura 1- Na parte superior está a representação esquemática das partículas virais, cuja micrografia eletrônica colorizada se encontra na parte inferior. Em (a) observa-se uma partícula do vírus do mosaico do tabaco e em (d) o aspecto de um tipo de vírus de bactérias. As figuras centrais correspondem a vírus de células humanas, sendo (b) um exemplo de vírus envelopado com genoma de DNA e (c) um tipo de vírus envelopado com RNA genômico.
Biossíntese das partículas virais:
Todas as células vivas são passíveis de produzir componentes virais. Para tanto, a condição que se faz obrigatória é que, a célula necessita possuir as enzimas necessárias aos processos bioquímicos de síntese desses componentes. A célula eucariótica ao endocitar uma partícula viral, receberá a informação genômica e, se tiver a competência enzimática, irá processar essa informação, sintetizando novas partículas.
O genoma viral pode ser integrado ou não ao genoma celular. Hershey & Chase (1952), usando vírus de bactérias marcados com radioisótopos, demonstraram que apenas o ácido nucléico penetra na célula. Também com bactérias foi demonstrado o
fenômeno de lisogenia, em que o sobrenadante de uma cultura bacteriana inoculada com vírus, e sem infecção aparente, podia gerar lise em outra cultura. Isto porque nessa cultura bacteriana a minoria das células tem o ácido nucléico viral não integrado ao genoma bacteriano. Então essa célula produzirá vírus e lisará, mas como está em pequeno número, não será possível perceber esse fenômeno. Os vírus presentes no sobrenadante poderão infectar bactérias de outra cultura na qual, se a maioria for do tipo que não integra o genoma viral ao seu, haverá intensa produção de vírus e a lise celular nesta cultura será perceptível, portanto esta cultura é dita indicadora da lisogenia da primeira e a primeira é lisogênica (geradora de lise) para a segunda (figura 2).

INTEGRAÇÃO GENÔMICA LISOGENIA LISE EM CÉLULAS INDICADORAS
Figura 2- Representação esquemática da interação vírus X célula em viroses bacterianas
Viroses:
As viroses correspondem a 2/3 de todas as doenças infecciosas conhecidas. É importante salientar que a grande maioria das viroses são inaparentes e evoluem espontaneamente para a cura.
As viroses são fenômenos que estão ocorrendo em grupos específicos de células que após o contato com determinado grupo de vírus mostraram-se competentes para fabricação de componentes virais, tendo então iniciado a sua produção.
A expressão dos sinais e sintomas das viroses é bastante diversificada, levando-se em conta aspectos como: o número de células competentes envolvidas no processo, o tipo de vírus envolvido, o estado geral de higidez do indivíduo e a presença ou não de bactérias agravando o quadro clinico.
Tratamento nas viroses:
Não há procedimento específico para tratamento das viroses. Em geral, faz-se o combate aos sintomas presentes como: febre, dor de cabeça, mal estar, indisposição e falta de apetite.
Recentemente os laboratórios farmacêuticos têm conseguido produzir algumas drogas que interferem no mecanismo de fabricação de componentes virais, porém, agem sobre os processos fisiológicos celulares, uma vez que esses componentes são resultantes do metabolismo celular. Se as células são atingidas nos seus processos metabólicos resulta em dano ao organismo. Ou seja, dano este que, dependendo do número de células envolvidas, pode levar à disfunção orgânica, que pode ser revertida ou não. A utilização desses medicamentos deve ser avaliada de forma criteriosa pelo médico, observando-se a evolução clinica de cada paciente.
É importante salientar que a grande maioria das viroses evolui naturalmente para a cura.
Prevenção:
A higiene para com a água, alimentos, objetos pessoais, o ambiente físico, evitar promiscuidade sexual, o cuidado com o sangue e hemoderivados, o combate a artrópodes vetores de viroses, o uso de seringas e elementos pérfuro-cortantes descartáveis, a adequação do número de pessoas ao tamanho dos ambientes, a manutenção de alimentação e sono adequados aliados à pratica regular de exercícios físicos são as melhores medidas preventivas a serem adotadas.
Vacinação:
Desde a sua criação no final do século XIX se tem alardeado que a apresentação de vírus atenuados é capaz de estimular o organismo a produzir anticorpos reativos para os epítopos presentes nos antígenos virais. Nos dias atuais muitos cientistas através de seus trabalhos têm demonstrado que esta não é a real situação. Segundo estes trabalhos, muitos indivíduos que utilizaram as vacinas desenvolveram as patologias contra as quais haviam se vacinado ou até mesmo outras doenças associadas (estas bastante relacionadas em trabalhos da área de Medicina Veterinária, denominadas vacinoses). O próprio Jenner tinha dúvidas sobre sua descoberta. O resumo do trabalho a seguir, apresenta descrições sobre a ocorrência de complicações neurológicas mostrando evidências de que elas estão diretamente associadas com o tipo de campanha vacinal:
"Eventos neurológicos adversos associados com vacinação
Piyasirisilp,S.; Hemachudha, T. Current Opinion in Neurology,15(6):333-338,June 2002. Resumo:A tolerância da população a efeitos adversos da vacinação é mínima. Vários estudos têm sido efetuados com o intuito de monitorar a ocorrência de eventos adversos após campanhas de vacinações. Esta revisão apresenta descrições sobre a ocorrência de complicações neurológicas mostrando evidências de que elas estão diretamente associadas com o tipo de campanha vacinal. Estas complicações estão associadas com autismo (vacina anti-sarampo), esclerose múltipla (vacina para hepatite B), meningoencefalite (vacina para encefalite japonesa), síndrome de Guillain-Barret e inflamação das artérias com presença de células gigantes (pós vacinação para influenza), e vacina anti-rábica. Também são descritos episódios de mal-estar e lentidão nos reflexos em seguida à vacinação para coqueluche e risco potencial associado com vacinação antivaricela, bem como poliomielite paralítica associada à vacina após vacinação oral contra poliomielite. Também são mostradas complicações associadas aos coadjuvantes, conservantes e contaminantes presentes em vacinas, tais como alumínio (miofascite macrofágica), thimerosal (neurotoxicidade) e materiais de origem bovina (novas variantes da doença de Creutzfeldt-Jakob)".
Também no Brasil há informes a respeito de vacinoses, como pode ser observado na notícia a seguir:
"Vacina provoca reações em 17 crianças de SC Ministério da Saúde já fez a substituição da tríplice viral
Jeferson Ribeiro Especial para A Notícia
Brasília - O lote de vacinas tríplices (sarampo, rubéola e caxumba) que foi trocado pelo Ministério da Saúde no sábado causou reações adversas em 17 crianças em Santa Catarina. Três delas sofreram choques anafiláticos - dificuldades de respiração e fraqueza. No Brasil, cinco crianças também sofreram choques. As outras 14 apresentaram urticárias. O secretário de vigilância e saúde do ministério, Jarbas Barbosa, disse que todas vacinas foram fornecidas pelo laboratório Chiron, da Itália. "Já trocamos o lote por vacinas de outros dois laboratórios e cerca de 4 milhões de novas doses já estão disponíveis em todos os Estados. Agora, vamos fazer estudos para descobrir o que aconteceu com essas vacinas. Os índices de reação adversa estão aproximadamente sete vezes superiores aos registrados historicamente", salienta. O Ministério da Saúde pode até deixar de usar a vacina tríplice viral da empresa italiana em outras campanhas de vacinação.
Contudo, ele disse que as reações adversas são comuns, apenas não nessa escala registrada. "Quando se fala em vacina é preciso ter em mente de que se está falando de um medicamento com elementos não inativados na composição e que podem causar reações", explica. Segundo Barbosa, as crianças que já foram vacinadas estão imunizadas independente das reações ou troca de lotes.
"O que não se pode é deixar de vacinar. Os pais podem ficar tranqüilos, porque as vacinas são testadas e analisadas pelo ministério e mesmo com as reações adversas os males são menores do que a falta de vacina. Vivemos recentemente uma crise de sarampo, em 1997 e 1998, quando foram registrados mais de 57 mil e 61 crianças morreram", enfatiza. Cerca de 1,6 milhão de vacinas do antigo lote foram aplicadas."
Conclusão
A conclusão destes trabalhos é que a vacinação em massa ao longo de todos esses anos produziu a seleção de indivíduos que não possuíam células competentes para a fabricação de componentes virais. Os indivíduos com células competentes desenvolveram a doença, alguns evoluindo para o óbito. No entanto, a interpretação desses dados por parte expressiva da comunidade científica é que a redução no número de casos da doença foi devida à eficácia da vacina. Ao observarmos os gráficos da prevalência de uma determinada virose ao longo do tempo, vemos que ao introduzir as campanhas de vacinação em massa ocorreu, de imediato, o aumento do número de casos na população (figuras 3).
Faz-se necessário que os governos, os representantes da ciência e a sociedade civil discutam e reflitam sobre os resultados destes trabalhos e, a partir disto, que orientem de forma clara a população sobre os prós e os contras de cada tipo de vacina, cabendo à mesma a opção de fazer uso ou não da mesma.
Figura 3; Impacto da vacinação anti-variólica compulsória na população
Bibliografia
Levine, A. J. Viruses. Scientific American Library. W. H. Freemann and Company. NY 1992.241p
Dimmock, N. J., Primrose, S.B. Introduction to Modern Virology.4th ed. Ed Blackkwell Science Ltd. 1995. 384p
http://members.tripod.com/themedpage/microbio-virologia.htm
www.gpaulbishop.com/. ../m__stanley.htm
www.vaclib.org
www.taps.org.br/vacinas.htm
elpidioveras

Cientistas da UFRJ testam com sucesso células-tronco de embrião em animais

Renato Grandelle

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RIO - Pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ alcançaram um avanço na busca por um tratamento para paralisia causada por danos na medula espinhal ao recuperar o movimento de animais paraplégicos com implantes produzidos a partir de células-tronco embrionárias. O estudo confirmou que células tiradas de embriões são um caminho promissor para tratar lesões hoje incuráveis. O trabalho, todavia, ainda é totalmente experimental.

Aceita para publicação na revista científica "Brain Research", a pesquisa mostrou que semanas após receberem uma injeção de células, os roedores recuperaram boa parte da capacidade de locomoção. Apenas cinco países já analisaram o efeito de células-tronco embrionárias na recuperação de paraplegia em animais. A meta dos cientistas agora é ampliar o estudo para macacos, mais próximos do homem.

Custos e problemas éticos considerados

O tratamento dos camundongos foi realizado no Laboratório de Neurodegeneração e Reparo da UFRJ, que estuda terapias celulares para lesões de medula. O grupo, liderado por Ana Martinez, recebeu células-tronco embrionárias do Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias (LaNCE), também vinculado à universidade.

- Queremos saber que tipo de célula-tronco terá melhor relação de custo e benefício em um tratamento - antecipa a neurocientista. - Nosso objetivo é descobrir quais são as mais fáceis de adquirir, que não envolvam tantos problemas éticos em sua adoção e provoquem menor rejeição do organismo. As embrionárias foram as primeiras a passar por nosso teste.

As células-tronco embrionárias são conhecidas por sua capacidade de originar todos os tecidos do corpo humano. Na experiência, os pesquisadores da UFRJ injetaram células nervosas que haviam sido desenvolvidas a partir das extraídas de embriões.

- O modo como diferenciamos as células foi suficiente para evitar a formação de tumores e permitir melhores resultados - explica Stevens Rehen, coordenador do LaNCE no Rio. - Poderíamos dar outras pistas a elas, especificando-as ainda mais. No entanto, queríamos vê-las assumindo o papel que julgassem mais interessante para o local comprometido. Trabalhamos com células embrionárias com a expectativa de não só recuperar o local da lesão, como, também, de fazer uma reposição celular.

Dez minutos após os cientistas provocarem a lesão - planejada para se assemelhar o máximo possível à paraplegia humana provocada por acidente -, os camundongos receberam a injeção das células-tronco.

Os dois meses seguintes foram de observação. Os roedores eram filmados enquanto andavam por uma área cercada de 90 centímetros de diâmetros, e sua velocidade foi comparada à de camundongos saudáveis e à de outros que tiveram a mesma lesão, mas não receberam células-tronco.

A qualidade do movimento também foi avaliada. Em uma escala de 1 a 9 - sendo 9 uma mobilidade comum, obtida antes da lesão -, os roedores que passaram por transplante de células-tronco registraram índice 3,8. É quase o dobro daqueles que não passaram por qualquer tratamento (2,0).

- Foi uma diferença significativa - comemora Ana. - O transplante melhorou a função motora dos animais. Aqueles que não receberam células-tronco também registraram uma pequena melhora, devido à reação do próprio organismo ao edema. É algo também visto nos seres humanos, embora com intensidade muito menor.

Impulsos nervosos são fortalecidos

Além de duplicar a resposta natural do corpo, as células-tronco embrionárias reforçaram as bainhas de mielina. Estas estruturas envolvem as células da medula espinhal e seus prolongamentos, favorecendo a transmissão de impulsos nervosos - ou seja, o transporte daquilo que é comandado do cérebro para o músculo. Embora aconteçam anualmente milhares de lesões de medula espinhal em todo o mundo, o processo que impede o corpo de se regenerar e evitar a paralisia é pouco conhecido.

Mesmo com o sucesso de seu estudo, Rehen pondera que ainda será necessário obter uma série de avanços antes de aplicar, em seres humanos, o tratamento experimentado em laboratório.

- Um dos grandes problemas para qualquer transplante celular é a dificuldade das células em se integrar no tecido. Temos de aumentar sua taxa de sobrevivência, que hoje é de apenas 20% - ressalta o pesquisador.

O trabalho dos grupos de Ana e Rehen foi o primeiro no país a aplicar células-tronco embrionárias em medula espinhal e conseguir resultados positivos. No mundo, já são 41 estudos, mas o tema ainda é recente.

Alexandra Ferreira
"Quero mexer com a ideia de imagem como interação"

“Enfatizo o diálogo entre material (os objetos simples que ele usa para fazer as composições) e imagem, destilo a ideia do desenho com coisas muito práticas, ou a natureza da arte mesmo. Sou ambicioso, mostro esse processo.”

Vik Muniz

Instalação feita com lixo;


Obras feitas com chocolate e açúcar, respectivamente;



















Obra produzida com diamantes;
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Juliana Nogueira
Reunião de responsáveis

     No dia 21 de maio de 2011, realizamos com ótima frequência, nossa reunião de responsáveis. E foi um sucesso!
     A família e a escola formam uma equipe. É fundamental que trabalhem em conjunto buscando dar ao aluno condições para que se desenvolva de forma plena em direção a um futuro melhor.
     O Decreto-Lei nº 30/2002 de 20 de Dezembro atribui um papel especial aos pais e encarregados de educação havendo uma co-responsabilização com escola:

• Acompanhar activamente a vida escolar do seu educando;
• Articular a educação na família com o ensino escolar;
• Procurar que o seu educado beneficie dos seus direitos e cumpra os seus deveres, como a assiduidade, o correto comportamento escolar e o empenho no processo da aprendizagem;
• Participar na vida da escola e do projeto educativo;
• Colaborar no processo de ensino e de aprendizagem dos seus educandos;
• Contribuir para a preservação da disciplina na escola;
• Integrar activamente a comunidade educativa, informando-se e informando os aspectos relevantes do processo educativo do seu educando;
• Comparecer na escolar sempre que julgue necessário e quando for solicitado.



     Certos da importância deste momento, a E. M. Rosa da Fonseca se encontra aberta e acessível a esta parceria.
     Alguns registros de nossa reunião:


     Após terem sido recebidos com um gostoso café da manhã, os pais se acomodaram para o início da reunião.

Quadro de "Estrelas da Rosa" com os destaques de cada turma.
 
 
     Nossas queridas alunas Thamyrez e Ana Vitória deram as boas vindas através de um texto adaptado do especialista em psicoterapia para adolescentes e famílias , Içami Tiba.

     Os Monitores de Sala de Leitura; Matheus, Letícia, Victória e André, nos presentearam com belíssimas poesias. E a reunião estava apenas começando...

      Professores: Lúcia, Pitágoras e Deives
 
 Professores: Rafael ( autor deste maravilhoso blog ),Alexandra, Dilma, Edna , Elpídio e Caroline.Faltando na foto a professora Patricia Menezes.
 
  
Os alunos Darlan e Vitória mostraram através da Literatura de Cordel um pouco do que sabiam sobre o ECA - Trabalho realizado pela professora Caroline , que resultou em uma  
                  maravilhosa palestra e uma exposição de Cordéis visitada pelos pais.





Professora Jo , representante da CRE e responsáveis na exposição de cordéis




                 Mais algumas das "Estrelas da Rosa". Professores: Angela,Angélica, Alexandra,Caroline, Deives e Pitágoras; Diretora Márcia, Diretora adjunta Cristiane e Coordenadora Patricia.


     A Direção e a Coordenação Pedagógica agradecem a presença de todos e a enorme colaboração dos professores que disponibilizaram sua manhã de sábado para esta importante atividade .
Até mais,
Patricia Nogueira-Coordenadora Pedagógica


"A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre ."
Içami Tiba